CDRJ e arrendatárias do Porto do Rio de Janeiro prorrogam ação humanitária no Caju até o fim do ano

CDRJ e arrendatárias do Porto do Rio de Janeiro prorrogam ação humanitária no Caju até o fim do ano

 

A cada mês, uma das seis empresas participantes fica responsável pela compra de cestas básicas e este mês foi a vez da Pier Mauá

 

Pelo quarto mês consecutivo, nesta quarta-feira (29), a Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ) e as empresas arrendatárias dos terminais do Porto do Rio de Janeiro entregaram cestas básicas a 105 famílias vulneráveis da comunidade do Caju, bairro circunvizinho ao porto. A ajuda humanitária visa minimizar os impactos socioeconômicos provocados pela pandemia da COVID-19.

A iniciativa da Autoridade Portuária, que mobilizou as demais empresas, começou em abril e teria, à princípio, uma duração de três meses (uma cesta mensal para cada uma das famílias), mas com a necessidade do isolamento social por mais tempo, a ação foi prorrogada por mais seis meses, ou seja, até o fim do ano.

As empresas parceiras da CDRJ que colaboram com a causa são: Triunfo Logística, ICTSI Rio Brasil, Pier Mauá, Terminal de Trigo do Rio de Janeiro (TTRJ) e MultiTerminais. Como são seis empresas, a cada mês de prorrogação, uma empresa será responsável pela compra das cestas. Este mês ficou a cargo da Pier Mauá.

As famílias beneficiadas foram mapeadas a partir do cadastro no Centro de Referência e Atendimento Social (CRAS). As cestas básicas incluem produtos alimentícios, materiais de limpeza e artigos de higiene pessoal em quantidades estimadas para uma família de quatro pessoas. A próxima entrega está prevista para o dia 26 de agosto.



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